Não Faz Sentido! – Políticos

Esses vídeo me foi enviado por email. Simplesmente fantástico.
Parabéns dos dois para o que foi dito e “vamos mudar essa porra”.
Nessa não dá mais, mas podemos começar a mudar na próxima.
Educação, Saúde e Diversão!

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Protesto

Esse é um site para entretenimento, diversão e modestamente dizendo até informação. Mas diante do absurdo que andei lendo durante alguns dias, resolvi publicar esse post como sinal de revolta e indignação.

O Brasil é um país com problemas como tantos outros, mas que tem como principais atrativos suas paisagens belíssimas e pessoas boas, educadas, alegres, que recepcionam bem aqueles que vem de fora. Por isso, minha revolta ao ler artigos que mencionavam que um ator famoso de Hollywood, Sylvester Stallone que usou e abusou da hospitalidade brasileira disse durante visita ao Comic Com, evento sobre quadrinhos e cultura pop nos EUA, por que decidiu filmar Os Mercenários no NOSSO país, em abril de 2009, no melhor estilo Rambo: “Lá você pode atirar nas pessoas, explodir coisas e eles dizem: ‘Obrigado! E aqui está um macaco para você levar para casa’. Não poderíamos ter feito o que fizemos (em outro lugar). Explodimos muita terra. Parecia assim: ‘Todo mundo traz o cachorro quente. Vamos fazer um churrasco. Vamos explodir essa cidade’”.
Os Twitteiros fizeram um “Cala Boca Sylvester Stallone”, em sinal de indignação.
Pois aqui fica postado a revolta dos realizadores desse site, que não são apenas brasileiros, sobre alguém que pensava educado, profissional e com boas intenções, que está usando o nome e o povo deste país para se promover e ao seu filme.
O Brasil é uma pais cheio de corrupção, problemas sociais, mas rico me beleza, hospitalidade, um povo cheio de vontade, de alegria. É inadmissível que alguém denigra sua imagem sem razão, apenas para fazer comédia perante o mundo.
Fica aqui nosso protesto. Com muito orgulho de ser brasileiro.

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Dez prostitutas que mudaram o destino da História

Em outubro de 1917, em seu último gesto sedutor, Mata Hari jogou um beijinho para a tropa de fuzilamento. A prostituta – e secretamente espiã alemã – havia rodado o ambiente militar da Tríplice Entente e comprometido segredos de guerra importantíssimos, como a nova arma inglesa: o tanque de guerra. Ela foi executada respondendo pela morte de mais de 50 mil pessoas.

Mike Jones: herói dos homossexuais
Este foi o justiceiro da causa gay no Colorado, EUA. Mike era amante de muitos homens importantes, entre eles um que ele chamava carinhosamente de Art – e todo o resto do mundo conhecia como reverendo Ted Haggard, líder do movimento cristão evangélico. Art era também uma das cabeças no protesto anticasamento gay, que seria votado no Colorado em novembro de 2006.
Escandalizado com a hipocrisia de seu amante, Mike foi a um programa de rádio e contou cada detalhe sórdido da relação dos dois. A notícia não foi o bastante para fazer com que o referendo fosse um sucesso para a causa gay, mas, ao menos, a comunidade GLSBT teve o gostinho de ver o reverendo sendo expulso da igreja e virando um vendedor de apólices de seguros.

Valerie Jean Solanas: quase-assassina de Warhol
Durante a década de 60, a “Factory” de Andy Warhol – estúdio do artista que se transformou em refúgio para excêntricos e aqueles que só queriam curtir uma viagem de anfetamina – estava a toda produção e de portas abertas a quem interessasse. Até que uma dessas excêntricas, a ex-estudante de psicologia e prostituta Valerie, apareceu em sua porta com uma peça chamada “Dentro da sua bunda” (uma delicadeza de menina, não?). Warhol achou que a peça era chocante demais até para ele. Deu apenas um papel para ela em outra de suas produções e a pagou US$ 25 pelo serviço.
Depois disso, Valerie chegou ao pico de sua loucura. Em junho, deu um tiro em Warhol que quase lhe tirou a vida. Ela se entregou no mesmo dia, passou três anos presa e muitos indo e voltando de manicômios. Em liberdade, infernizou Warhol por telefone até o fim de seus dias, quando foi encontrada em decomposição em seu quarto alugado. Quanto à Factory, infelizmente nunca mais foi tão aberta às massas absurdas que inspiravam a pop art de Wahrol. Com seu corpo para sempre danificado pelo tiro, Warhol achou melhor dedicar sua atenção a alguns amigos ricos e celebridades – que provavelmente não atirariam nele.
Em 2003, um blog incomum foi eleito o melhor da blogosfera pelo jornal inglês The Guardian. No “Diário de uma garota de programa londrina”, Belle de Jour, uma prostitua de luxo, escrevia sobre como seus clientes a tratavam melhor do que os homens que a levavam para sair de verdade. Escreveu livros, tornou-se colunista do Sunday Telegraph.
Sua identidade permaneceu em segredo até novembro de 2009, quando um ex namorado furioso ameaçava expô-la. Antes que ele fizesse isso, ela veio ao público por conta própria e chocou a todos. Era a Dr. Brooke Magnanti, uma loira belíssima que passava seus dias pesquisando o câncer infantil. Explicou a todos que se prostituíra para conquistar a estabilidade financeira que lhe permitisse escolher a área científica de que mais lhe agradasse.

Geórgia Beyer: primeira prefeita transexual do mundo
George nasceu em 1957 e cresceu como um garoto do campo na Nova Zelândia. Quando completou 17 anos, descobriu o mundo das drag queens e passou a fazer shows e a se prostituir. Assim, George economizou dinheiro para se tornar Georgina. Essa nova mulher se dedicou à vida de atriz e, logo de assistente social. Mesmo causando impacto a princípio, logo ela encantou a todos e teve grandes conquistas, como melhorar o sistema educacional local. Em 1995 foi eleita a primeira prefeita transexual do mundo. Em quatro anos, ela chegou ao Parlamento, onde lutou pelos direitos dos gays até 2007, quando se aposentou.

Carol Leigh: a sindicalista
Se você tem direito a plano de saúde, férias remuneradas e acha que todos os seus direitos trabalhistas são muito justos, por que as prostitutas não poderiam pensar o mesmo? A ativista Carol Leigh conquistou direitos para as prostitutas em São Francisco, na Califórnia. Desde os anos 70, sob o codinome Scarlot Harlot, ela trabalha como advogada, prostituta e vídeo artista. Hoje, é consultora internacional em direitos das profissionais do sexo para África do Sul, Tailândia, Hungria, entre outros países. Para ela, o mundo ideal é aquele em que, além de ter uma profissão legalizada, as prostitutas têm aulas grátis de defesa pessoal, preservativos e educação sexual, oportunidades de estudo e até o direito de – como aconteceu na França – escrever ao presidente reclamando que as estrangeiras estão roubando seus empregos.
Ela foi amante (o que, para a sociedade da época, não era muito distante de prostituta) do Rei Henrique VIII e depois se tornou rainha da Inglaterra. E, antes de ter sua cabeça cortada por seu amado, ajudou na criação de uma nova religião: o anglicanismo. O fato de a igreja Católica não concordar em dar a separação e a ratificar o novo casamento, ajudou Henrique VIII a tomar a decisão de criar a nova religião.

Jim Carroll: poeta, prostituto e astro do rock
Se tem alguém que deve agradecer a este prostituto ilustre é Leonardo DiCaprio. Foi interpretando sua autobiografia em Diário de um drogado – do livro Diário de basketball – que o ator ganhou fama e começou uma carreira séria. Assim como no filme, Carroll se prostituía para sustentar seu vício. Apesar disso era um escritor genial, músico brilhante e até roteirista de alguns dos filmes de Andy Warhol. Em toda a década de 80 e 90, seu livro foi leitura obrigatória para os jovens.

As vítimas de Jack, o estripador
As vítimas de Jack, o Estripador são quase mártires da categoria. O serial killer fez uma fama negra por estrangular prostitutas e, depois, desfigurar seu rostos, genitálias e retirar seus órgãos. Seus crimes, entre 1888 e 1891, criaram pânico geral e também fizeram com que o governo local passasse a prestar mais atenção nas prostitutas da região, oferecendo a elas melhores oportunidades.
Se Jack, o Estripador, era um homem que matava prostitutas, Aileen era seu exato oposto: uma prostituta que matava homens. Sua mãe a abandonou quando ela era ainda criança e, em sua adolescência, o pai foi preso por prática de pedofilia. Para se sustentar, ela se tornou prostituta e passou a matar caminhoneiros na beira da estrada. Sete assassinatos depois, Aileen foi presa e passou mais de uma década no corredor da morte. Até que, um dia, demitiu todos seus advogados e disse que queria morrer. “Eu sou uma pessoa que odeia profundamente a vida e mataria de novo”, ela disse.

Fonte:Revista Galileu

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Pirate Metal

Para quem já conhece esse post não será nenhuma novidade, mas para aqueles que ainda não ouviram, aí está mais uma novidade musical.

O Heavy Metal é um estilo musical tão cheio de subgêneros e divisões que fica difícil conhecer todas elas mesmo sendo um grande fã do gênero. Por isso, sempre acabo descobrindo uma banda aqui e outra ali que tocam cada coisa… Separei alguns lançamentos estranhos que saíram tanto por aqui quanto no exterior.

A banda ao lado, por exemplo, é o Alestorm. Junto com o Swashbuckle, esses escoceses são os maiores representantes do pirate metal. Eles se vestem como piratas, falando de navegar e beber rum em suas letras e são fãs da série de filmes Piratas do caribe. Fico pensando que demorou para alguém pensar nisso. Afinal, o Viking Metal existe há algum tempo e os piratas exercem tanto fascínio quanto os guerreiros nórdicos. O grupo lançou recentemente o disco Black sails at midnight. Coloquei um vídeo com a música “Keelhauled” no final do post.

Outro subgênero curioso é o nintendocore. É uma mistura de metalcore (metal com hardcore) com barulhos de videogame 16 bits, como o Super Nintendo. A banda mais famosa dentro do nintendocore é o Horse the Band, que lançou o disco de estúdio Desperate living em 2009 e agora lança um box com 6 DVDs, Earth tour 2008: desperate living. Confira o vídeo de “Bunnies” no final do post.

Existe também o queercore, um subgênero que trata apenas de temáticas homossexuais. Em geral, os músicos são gays e tratam simplesmente de como é ser gay em suas músicas. Bandas como Bear Party, cujo novo disco Bottom’s Up pode ser encontrado aqui, criam canções divertidas como “Gaylien” e “Fags of the future” (“bichas do futuro”, em tradução livre). Nos anos 1990, o termo queercore era usado para designar bandas de punk que falam das dificuldades de suas escolhas sexuais. Existem outras bandas de Queercore, como a Gayrilla Biscuits e a Black Fag (em homenagem à lendária banda de punk dos anos 1970, Black Flag).

Saindo dos subgêneros divertidos, existem também bandas que fazem um som mais brutal e, em alguns casos, ofensivo. É o caso das bandas de pornogrind, um estilo que mistura músicas extremamente pesadas, de apenas alguns segundos de duração, com temáticas sexuais. As capas os discos também costumam ser bastante agressivas. Para bandas como Dead, Lividity e Waco Jesus, é muito mais importante chocar do que compor músicas realmente boas.

Por fim, existe o mathcore. Bandas como a ótima Dillinger Escape Plan, que acabou de lançar o disco Option paralysis, criam composições complexas, cheias de acordes dissonantes e riffs complicados, de difícil execução. O nome faz referência a essa busca quase matemática por composições difíceis.

Abaixo o clip da banda Alestrom.

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Amom Amarth – Biografia

Amon Amarth é uma banda da cidade de Tumba, Suécia de death metal melódico com tema viking em suas letras. Como o próprio vocalista já disse, a banda não é Viking Metal, apenas canta músicas sobre Vikings e sobre a mitologia nórdica.

Formada originalmente em 1988 com o nome “Scum”, tornou-se Amon Amarth em 1992, nome retirado da obra “O Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien, onde significa “Montanha da Perdição” (“Mount Doom”) em Sindarin, idioma também denominado “a língua dos elfos-cinzentos”, “a língua de Beleriand”, “a língua nobre”, sendo várias vezes referida nos livros como simplesmente “a língua élfica”.

Em 1992, a quando da adoção do novo nome, a banda era composta pelo vocalista Johan Hegg, pelos guitarristas Olavi Mikkonen e Anders Hansson, pelo baixista Ted Lundström e pelo baterista Nico Kaukinen.

A primeira demo da banda, “Thor Arise”, foi gravada em 1993, mas nunca chegou a ser editada devido a problemas de som. Seguiu-se uma segunda demo, em Abril de 1994, “Arrival of the Fimbul Winter”, da qual foram vendidas todas as cópias editadas.

Em Novembro de 1995, após assinarem um contrato com a editora Pulverised Records, a banda decidiu utilizar no decurso de cinco dias o “Abyss Studio” de Peter Tägtgren (vocalista e guitarrista da banda Hypocrisy). Assim, foi editado em Abril de 1996 o EP “Sorrow Throughout The Nine Worlds”.

Pouco depois o baterista Niko Kaukinen saiu da banda, sendo substituído por Martin Lopez. Com um novo baterista e, mais uma vez, a ajuda de Peter Tägtgren, o álbum de estreia do Amon Amarth, “Once Sent From The Golden Hall”, é lançado em 1998 pela editora Metal Blade.

Foram adicionamos à banda o guitarrista Johan Söderberg e o baterista Fredrik Andersson em 1999 para a gravação do álbum “The Avenger”, devido à saída de Hansson e Lopez. Lopez saiu para se juntar à banda Opeth.

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Radio Metal: “o Maiden não sabe mais como escrever hits”

O repórter da Radio Metal, Metal’O Phil, fez uma resenha faixa a faixa do “The Final Frontier”, novo disco do Iron Maiden, onde afirmou: “o Maiden não sabe mais como escrever hits”. Confira abaixo o início de suas impressões sobre o disco.

1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40
A abertura do novo álbum do Iron Maiden é uma intro longa e experimental, com baterias às vezes tribais, às vezes marciais e guitarras. Após um curto silêncio, alguns sutis arpejos e a voz de Dickinson aparecem, enquanto Nicko McBrain inicia uma robótica seção rítmica com bumbo duplo e… bem, eu realmente não sei o que pensar do resultado. Após mais silêncio (mais um de muitos neste álbum), tudo se torna claro quando um riff do velho Maiden e um refrão de fáceis letras começam: “The final frontieeeer, The final frontieeeeeer…”.

2. El Dorado – 6’49
O primeiro single, que está disponível para download gratuito no site oficial da banda, não é o maior hit do álbum nem o mais representativo. Ela começa do mesmo jeito que “Satellite 15” terminou: uma guitarra porrada, junto com Nicko Mcbrain batendo alto em seus pratos. Este tipo de efeito “espalhafatoso” é normalmente usado para concluir uma música ou um show. Então surge um tradicional ritmo galopante com um riff parecido com o estilo Heavy/Trash do Megadeth. O refrão é cativante, mas não tão memorável. Cruelmente me lembra das anedóticas faixas de abertura dos últimos dois álbuns. Estas faixas parecem mais estarem lá para encher o álbum do que serem o resultado de alguma inspiração. Outra mania do Maiden neste álbum é que a canção termina, geralmente, da mesma forma que começou.

Confira a resenha completa, traduzida para o português, no www.imprensarocker.wordpress.com.
via:Whiplash!

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Sarah Jane Ferridge

Sarah Jezebel Deva

Sarah Jane Ferridge nasceu a 25 de fevereiro de 1977 em Forrest Gate , Londres. Começou a sua carreira aos onze anos no Queen’s theatre cantando summertime, mais tarde aos treze anos ela repete… Então Sarah pula do jazz para o punk mudando e entrando para um novo estilo, mas ao participar na banda “Mad Dog” ela rapidamente viu que aquilo não era o estilo dela.

Sarah decidiu gravar uma demo com o seu trabalho e suas letras, aos 16 anos ela fez uma nova mudança, desta vez para o metal.

Desde então sempre envolvida com o metal, ela estrela com grandes nomes, Cradle of Filth, Therion, The Gathering e mais…

Sempre usando o seu nome de palco Sarah Jezebel Devah

A sua banda Angtoria ficou famosa com “God has a plan for as all”.

Mas este breve e pobre artigo ser de introdução para o novo album “Sign Of Sublime”

A musica de apresentação falará por si!

O álbum terá as seguintes faixas:

01. Genesis
02. A Sign Of Sublime
03. She Stands Like Stone
04. The Devil’s Opera
05. They Called Her Lady Tyranny
06. The Road To Nowhere
07. Your Woeful Chair
08. Newborn Failure
09. Daddy’s Not Coming Home

A cantora liberou faixas no myspace:

http://www.myspace.com/jezebeldeva

Sarah Jezebel Deva

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Olá, mundo!

Bem-vindo ao Lisblogs. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e aí comece a brincadeira!

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